REVIEW | O Agente da U.N.C.L.E

Vimos o mais recente filme escrito e realizado por Guy Ritchie, e não ficámos indiferentes. Quer pelos actores, quer pela cómica história baseada numa série de TV dos anos 60, o filme proporciona bons momentos embora não seja nenhuma obra prima. 

Não víamos um filme de Guy Ritche desde 2011, data em que o realizador nos trouxe Sherlock Holmes: Jogo de Sombras, e muito embora não sejamos apreciadores do seu trabalho, até gostámos de O Agente da U.N.C.L.E. O filme tem lugar no início dos anos 60, altura da Guerra Fria e do famoso muro de Berlim, que foi igualmente o início da ameaça nuclear na Europa. 

Napoleon Solo (Henry Cavil), é um agente da CIA que junta esforços com Illya Kuryakin (Armie Hammer), para combater a ameaça da família Vinciguerra, que se dedica à produção de ogivas nucleares. A missão conta ainda com a ajuda de Gaby (Alicia Vikander), e Waverly (Hugh Grant). A premissa para este filme é bastante simples, mas não deixa de ser interessante e divertido, além de ilustrar as grandes assinaturas do trabalho de Guy Ritchie (planos ultra-rápidos, manipulação visual, etc.). 

O elenco é óptimo, e não nos podemos queixar de todo da prestação dos actores. Nem da banda sonora, o mais adequado à época retratada possível. E nem nos façam falar o guarda roupa (especialmente o de Gaby e Victoria Vinciguerra). O filme tem tudo, acção, romance e humor - todos os ingredientes que precisamos para uma boa tarde de entertenimento. 



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