REVIEW | A Teoria de Tudo (2014)

A Teoria de Tudo é o filme que de facto tem tudo. Tem arrasado em entregas de prémios por todo o mundo, e é aclamado pela crítica - todo o espectador consegue perceber porquê. O argumento baseia-se na obra biográfica "Travelling to Infinity: My Life with Stephen", onde Jane Wilde Hawking descreve os seus anos ao lado de Stephen.

E o filme é exactamente isso - uma descrição das suas memórias, dos anos que passou com um dos maiores astrofísicos de todos os tempos. Aliado a isso temos uma excelente banda sonora, e as prestações impecáveis de Felicity Jones e Eddie Redmayne. 

O elenco é verdadeiramente surpreendente - pela positiva. Eddie Redmayne interpreta na perfeição o papel de Stephen Hawking (aliás segundo consta, o próprio Stephen Hawking o diz), sendo um fortíssimo candidado ao Óscar de Melhor Actor, e Felicity Jones também demonstra uma maturidade na interpretação impressionante. Na verdade, só há coisas boas a dizer sobre A Teoria de Tudo, desde a interpretação, à banda sonora, à edição. 

Quem vê A Teoria de Tudo prepara-se para uma viagem inesquecível pela vida de Stephen de Jane Hawking, pelas suas memórias e, acima de tudo, pela luta constante de Stephen contra as adversidades da vida, uma mente brilhante aprisionada num corpo que não funciona. É, acima de tudo um amor incondicional, e a mostra de que por trás de um grande homem está sempre, de facto, uma grande mulher. 


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